INTRUSO
Antes, ainda nem existia
agora, é boca, lábios, olhos
de um sorriso nefasto,
de um escuro misterioso
de um nada… foi assim
De pés cobertos
mãos desinquietas
de brilho no escuro
pude ouvir tua respiração
consistente te denunciar
Um cheiro de flor
um silêncio e calor
uma imagem de amor
que não me pertence
Um intruso na poesia alheia
saio para não deixar rastro
Eu não sou um da tua aldeia






Marcio Nicolau disse,
domingo, 17 outubro, 2010 às 20:21
Forte a poesia! Quase pude ouvir tua voz.
sandra soto disse,
terça-feira, 19 outubro, 2010 às 23:33
All your poetry is beatiful, “Intruso” is my favorite! You are a true romantic at heart… Don’t ever loose your esence for wriring poetry, you will one day sweep a woman off her feet with your words & just being the person you are! Que hermosos poemas!